jueves, 17 de enero de 2013
Cinco Passos em Direção à Boa Terra da Obediência
jueves, 28 de julio de 2011
AS OFERTAS: UMA PROVA SEGURA DO CARÁCTER DE QUEM DÁ

Por Andrew Murray
No mundo, o dinheiro é um padrão ou um certo critério de valor. É difícil expressar tudo o que o dinheiro significa para nós. É o símbolo do trabalho, da actividade, do talento. É com frequência uma amostra da bênção de Deus para com esforços diligentes. É o equivalente a uma grande parte de tudo quanto se pode ter ao serviço da mente e do corpo, da propriedade, do conforto ou do luxo, da influência e poder. Não é de estranhar que o mundo o ame, procure adquiri-lo e, com frequência, lhe rende adoração. Não é de admirar que seja o padrão de todos os valores, não apenas para coisas materiais, como também do próprio homem e, que, o homem, seja frequentemente medido pelo dinheiro que possui ou não.
Sem dúvida que, embora sob um princípio diferente, o homem é julgado não apenas pelo seu dinheiro no reino deste mundo, como também no reino dos céus o será com toda a certeza. O mundo se questiona: Quanto é que este indivíduo tem? Cristo pergunta: Como será que este homem usa o que tem? O mundo pensa, sobretudo, em ganhar dinheiro; Cristo, na melhor forma de vir a dá-lo. E quando um homem dá, o mundo ainda pergunta: Quanto dá? Cristo pergunta: Como deu? O mundo leva em conta o dinheiro e sua quantidade; Cristo, o homem que dá e seus motivos.
Isto pode ser visto na história da viúva pobre. Muitos que eram ricos davam muito, mas faziam-no «do que lhes sobrava». Não precisavam fazer nenhum sacrifício para poderem dar; a vida deles era tão boa e confortável tanto antes como depois de haverem dado, em nada mudava pela oferta; não lhes tinha custado nada. Não existia nenhum amor ou devoção especial a Deus em suas ofertas; apenas faziam parte de uma religião fácil e tradicional. A viúva doou duas moedinhas. Tirou do seu próprio sustento aquilo que deu. Deu tudo a Deus, sem reservas, sem nada reter. Deu tudo.
Como é diferente nosso critério para julgar as coisas de Cristo! Nós perguntamos quanto um indivíduo dá. Cristo pergunta quanto lhe resta. Nós olhamos a oferta. Cristo pergunta se a oferta foi um sacrifício. A viúva não ficou com nada para si, deu tudo. Esta doação ganhou a aprovação cordial de Jesus, por ter sido doada com espírito de sacrifício, como foi o Seu que, sendo rico, se fez pobre por amor a nós. Os outros deram muito, mas do que lhes sobrava; ela deu do que precisava, tudo quanto possuía e tinha.
Mas se nosso Senhor deseja que façamos o que ela fez, por que não nos deixou ordens específicas e claras sobre este assunto? Quanto nos alegraríamos quando ofertássemos. Ah, este é o centro fulcral da questão! Precisamos de uma ordem para o fazer! Este é precisamente o espírito do mundo na igreja, olhando o que damos, a quantia que damos. E isto é precisamente o que Cristo não quer nem aceita. Ele quer o amor generoso, o que dá sem que seja preciso mandar. Quer que toda a oferta saia ensopada no amor, uma verdadeira oferta voluntária. Se desejas a aprovação do Mestre, como a viúva pobre conseguiu, lembra-te de uma coisa: precisas colocar tudo a Seus pés, colocar tudo à Sua disposição. E isto, como sendo a expressão espontânea de um amor que, como o de Maria, não pode dar pouco, porque ama.
Todas as minhas ofertas voluntárias! Que prova de carácter. Senhor Jesus! Oh, dá-me a graça para Te amar de tal modo que eu possa saber como tenho de dar.
Tomado Del livro O Dinheiro de Andrew Murray
miércoles, 15 de junio de 2011
Rendição Absoluta

Por Andrew Murray
Um trechinho de uma excelente leitura não faz mal a ninguém...
Deus espera sua rendição
Sim, isso tem como fundamento a própria natureza de Deus. Ele não pode fazer o contrário. Ora, quem é Deus? Ele é a Fonte da vida, a única origem da existência, do poder e da bondade, e nada há de bom no universo além do que Deus faz. Deus criou o sol, a lua e as estrelas; as flores, as árvores e a grama; e tudo isso não está completamente sujeito a Deus? Eles não permitem que Deus haja neles exatamente como quer? Quando o Senhor veste o lírio com sua beleza, ele não está entregue, rendido, sujeito a Deus enquanto Ele trabalha nele sua beleza? E vocês, filhos redimidos de Deus, oh, podem pensar que Deus poderá fazer sua obra se houver metade ou apenas uma parte sua rendida? Deus não pode fazer isso. Deus é vida, amor, bênção, poder e infinita beleza, e Ele se apraz em comunicar a si mesmo a cada filho que está preparado para recebê-lo; mas, ah! essa falta de rendição absoluta é exatamente o que O impede. E agora Ele vem e, como Deus, Ele exige isso.
Você sabe, da vida cotidiana, o que a rendição absoluta é. Você sabe que tudo deve sujeitar-se a seu propósito específico. Eu tenho uma caneta em meu bolso, e essa caneta está absolutamente entregue à tarefa de escrever, e deve estar absolutamente sujeita à minha mão se eu quiser escrever corretamente com ela. Se outro segurar uma parte dela, não poderei escrever adequadamente. Esse casaco está absolutamente sujeito a mim para cobrir meu corpo. Esse prédio está completamente dedicado aos serviços religiosos. E agora, você espera que em seu ser imortal, na natureza divina que você recebeu pela regeneração, Deus possa fazer sua obra, a cada dia e a cada hora, a menos que você esteja completamente sujeito a Ele? Deus não pode. O Templo de Salomão estava absolutamente sujeito a Deus quando foi-lhe dedicado. E cada um de nós é um templo de Deus, no qual Deus habita e age poderosamente sob uma condição: rendição absoluta a Ele. Deus exige isso, Deus merece isso, e, sem isso, Ele não pode operar sua bendita obra em nós.
Deus não apenas requer isso, mas Deus fará isso Ele mesmo.
Deus opera sua rendição
Tenho certeza que muitos corações devem estar dizendo: "Ah, mas rendição absoluta requer tanto!". Alguém dirá: "Oh, eu passei por tanto sofrimento, por tanta provação, e ainda há tanto do meu ego, e não ouso considerar sua completa rendição, pois sei que isso me causará muita dor e agonia."
Oh, esses pensamentos! Que pensamentos cruéis esses que os filhos de Deus têm a respeito dEle! Eu venho a você, que está temeroso e ansioso, com uma mensagem: Deus não espera que você lhe dê a rendição completa por sua própria força ou pela força de sua vontade; Deus quer operar isso
martes, 17 de mayo de 2011
O SANGUE
Por Andrew Murray
Desde o princípio dos tratos que Deus manteve com o homem, sim, desde antes da fundação do mundo, o coração de Deus tem-se regozijado naquele sangue. Nosso coração nunca descansará, nem achará salvação, até que nós, também, aprendamos a andar e a gloriar-nos no poder daquele sangue.Não é apenas o pecador arrependido, ansiando pelo perdão, que deve dar tanto valor assim ao sangue. Não! Os redimidos terão a seguinte experiência: assim como Deus no Seu templo Se assenta num trono de graça, onde o sangue sempre está evidente, assim também nada há que atraia nosso coração para mais perto de Deus, enchendo-o do amor de Deus, e de alegria, e de glória, como quem vive tendo uma vista constante e espiritual daquele sangue.
tomado del livro The power of the blood of Jesus por Andrew Murray
sábado, 2 de octubre de 2010
A VIDEIRA
por Andrew Murray"Eu sou a videira verdadeira” (João 15:1).
Todas coisas terrestres são sombras das realidades celestiais - a expressão, em formas criadas e visíveis, da glória invisível de Deus. A Vida e a Verdade estão no Céu; na terra temos figuras e sombras das verdades celestiais. Quando Jesus disse: "Eu sou a videira verdadeira”, Ele nos ensina que todas as videiras da terra são figuras e emblemas dEle. Ele é a realidade divina, da qual elas são expressões criadas. Todas elas apontam para Ele, pregam-NO, revelam-NO. Se você quiser conhecer Jesus, estude a videira. Quantos olhos têm observado e admirado uma grande videira com seu belo fruto! Venha e observe na Videira celestial até que seus olhos se voltem de tudo mais para admirá-LO. Quantos, em um clima ensolarado, sentam e descansam sob a sombra de uma videira. Venha e permaneça sob a sombra da Videira verdadeira, e descanse nela do calor do dia. Que regozijo incalculável no fruto da videira! Venha, e tome, e coma do fruto celestial da Videira verdadeira, e deixe sua alma dizer: "Sentei-me sob Sua sombra com grande deleite, e Seu fruto era doce ao meu paladar.
sábado, 21 de febrero de 2009
SÊ PERFEITO por Andrew Murray

Deus implantou em cada coração humano um profundo desejo de perfeição. Esse desejo se manifesta na admiração que todos os homens têm pela excelência nos diferentes objetos ou empreendimentos aos quais dão valor. No crente que se entrega completamente a Deus, esse desejo se apega às maravilhosas promessas de Deus, e inspira uma oração como a de McCheyne:
"Senhor, torna-me tão santo como um pecador perdoado pode sê-lo."
Quanto mais aprendemos a desejar essa plena conformidade à vontade de Deus, pela consciência de que O agradamos sempre, tanto mais entenderemos que isso deve suceder como um dom vindo diretamente do céu, como uma completa vivificação em nós da vida de Deus, a inspiração do Espírito Santo de Jesus naqueles que se entregam totalmente à Sua presença e governo.
Extraído do livro Sê perfeito de Andrew Murray
Editora Betânia
