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martes, 15 de mayo de 2012

QUEBRANTAMENTO DE CORAÇÃO




Por Charles Finney

Você quer um coração sempre incendiado por Deus? Deseja conhecer a unção contínua do Espírito Santo? Está ansioso por ser usado no serviço do seu Senhor? Gostaria de estar sempre aceso com o poder de Deus? Você quer um avivamento permanente no seu próprio coração de tal forma a nunca perder seu primeiro amor, nem seu entusiasmo primitivo? Está orando para estar sempre ardendo por Deus e sempre interessado nas almas dos homens? Muito bem, aqui então está o segredo. Avivamento permanente é possível somente onde há contínuo quebrantamento de coração.
Agora, deixe-me fazer-lhe uma pergunta. Como foi que Finney alcançou avivamento permanente? Lembre-se, até ao dia de sua morte, ele foi um avivalista. Continuamente fazia seu trabalho de ganhar almas. Nunca perdeu seu peso pelas almas perdidas. Eu pergunto: Como foi possível manter tal ministério?
Todos os dias da sua vida ele fazia questão de estar sozinho com Deus e passar um tempo em silêncio com a Palavra. Todos os dias ele separava tempo para a oração. Ele nunca permitiu que um único dia passasse sem se encontrar com seu Senhor. Esta é a resposta.
Posso dizer que por mais de meio século, agora, tenho observado a vigília matutina.
Eu nem sonharia de ir trabalhar sem primeiro encontrar-me com Deus. Manhã após manhã vou ao meu escritório e espero no meu Senhor. Em primeiro lugar procuro imergir minha mente nas páginas do livro sagrado e depois dedico-me à oração e à súplica. Desta forma, encontro-me com Deus antes de me encontrar com os homens e ele soluciona os meus problemas antes que eu os enfrente. A vigília matutina tem tido um significado inexprimível na minha vida, e meu ministério seria fraco, sem poder e ineficaz sem ela.
Você tem um horário para se encontrar com Deus? Você tem um lugar para se encontrar com Deus? Já passou um dia na sua vida depois de convertido sem abrir as páginas do livro sagrado e estudar a Palavra de Deus? Você tem deixado um único dia passar sem derramar o seu coração em oração e súplica?
Meu amigo, se você quiser manter a espiritualidade que Deus lhe deu, se você quiser um avivamento permanente no seu coração, você terá que aprender a encontrar-se com o Senhor Jesus Cristo diariamente. Lembre-se que o maná era recolhido todos os dias. Você também terá de recolhê-lo diariamente, ou nunca terá utilidade alguma no serviço de Deus.
Houve épocas em que Finney sentia que estava esfriando e reconhecia que seu coração estava começando a gelar. Em cada uma dessas épocas ele recorreu a horas adicionais de oração.

viernes, 17 de junio de 2011

COMO ORAR

Por Charles Finney

Do mesmo modo também o Espírito nos ajuda na fraqueza; porque não sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o Espírito mesmo intercede por nós com gemidos inexprimíveis. Rom 8:26

Pode que perguntes: "Por quem temos de orar assim, com fervor? Queremos saber os casos, as pessoas, os lugares e os tempos se temos de fazer a oração de fé." E eu contesto, como já contestei antes: "Quando tendes a evidência --das promessas, Escrituras, providências ou diretrizes do Espírito-- de que Deus quer as coisas pelas quais orais."

"Não é verdade que há uma promessa de que os pais piedosos podem pedir por seus filhos? Por que, pois, há tantos pais piedosos que têm filhos impenitentes, que morrem em seus pecados?" Admitindo que seja assim, que demonstra este fato? "Que Deus seja veraz, e todo homem mentiroso" (Romanos 3:4). Que vamos crer, que a promessa de Deus falhou ou que estes pais não cumpriram com seu dever? Quiçá não criam a promessa, ou não criam que tivesse o que chamamos a oração de fé. Como seja, sempre que achamos um crente que não acredita em esta oração, vemos, em general, que seus filhos ou outros familiares estão ainda em seus pecados, não conduz um ponto de vista assim ao fanatismo?

Não pensarão muitos que estão oferecendo a oração de fé quando não o estão? Alguns pensam que o têm, e não o têm e são fanáticos. Mas há alguns que conhecem que é a oração de fé, como há os que sabem o que é a experiência espiritual, ainda que alguns que o professem, de coração frio, não o saibam. Inclusive há pastores que se fazem vulneráveis à reprimenda que Cristo deu a Nicodemo: "És tu mestre em Israel e não sabes estas coisas?" (Joao 3:10).

sábado, 3 de enero de 2009

Renunciar a tudo por Charles G. Finney



“Qualquer de vocês que não renúncia a tudo o que possui, não pode ser meu discípulo” (Lc. 14:33).
Deixá-lo tudo por Cristo não quer dizer abandonar nossas posses e amigos para ir-nos de peregrinos, nem que devemos partir com todas nossas posses para poder ser discípulos de Cristo. Renunciar a tudo o que possuímos, também não é um escambo ou um intercâmbio -dar todas as coisas terrenais a mudança da vida eterna. Desafortunadamente, muita gente crê que renunciar a tudo por Cristo é entregar todas as coisas terrenais a mudança de obter coisas celestiais. Isto não é de jeito nenhum o que significa Lucas 14:33.
Que é o que realmente significa abandonar tudo por Cristo?Renunciar a tudo o que possuímos por Cristo, implica uma mudança radical de coração, isto é, deixar o egoísmo pela benevolência. Em outras palavras “abandonar tudo” quer dizer abandonar sem desculpa alguma todos os interesses egoístas como o objetivo principal de tua vida. Deixar tudo por Jesús é uma rendição absoluta de uma vez e para sempre dos interesses egoístas e a gratificação pessoal como a meta de nossa vida. Renunciar a tudo por seguir a Cristo significa entrar na visão, nas intenções e nos desenhos de Jesús para promover a glória de Deus e os interesses de Seu reino.
Abandonar tudo por Cristo te pede inevitavelmente deixar o princípio de ser dono de ti mesmo. Os pecadores atuam sempre sob o princípio de que são donos de si mesmos. Fazem questão de seu direito a dispor de sua pessoa como lhes plazca sem ter que dar contas a Deus ou ao homem. Cristo aborrece esta maneira de atuar. Ele lhes nega o direito a dispor de si mesmos e os reclama para Ele porque em primeiro lugar foram criados por Ele e depois foram isentados por Seu sangue. Cristo, portanto, faz questão de que os pecadores deixem de contender, em teoria ou em prática, a respeito de que se pertencem a si mesmos e têm o direito de dispor deles como lhes plazca.