J. Hudson Taylor
sábado, 9 de junio de 2012
A Insatisfação da Vida e o Seu Remédio
J. Hudson Taylor
VIVENDO A VIDA QUE AGRADA A DEUS
jueves, 7 de junio de 2012
Confissões Ministeriais
miércoles, 23 de mayo de 2012
DESEJO ARDENTE DE GANHAR ALMAS
UM CHAMADO PARA ANGUSTIA
martes, 15 de mayo de 2012
QUEBRANTAMENTO DE CORAÇÃO
sábado, 12 de mayo de 2012
A ALEGRIA DO EVANGELISMO
Por Oswald Smith
sábado, 18 de febrero de 2012
AS DUAS LARANJAS

Una historia de F. B. Meyer
“… A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos.” (Tiago 5.16)
Ao cruzar o Atlântico num navio, há muitos anos, o ensinador da Bíblia e escritor F. B. Meyer foi convidado para falar aos passageiros.
Um agnóstico escutou a mensagem de Meyer sobre a oração respondida e disse a um amigo, “Não acreditei numa só palavra daquilo”.
Mais tarde, no mesmo dia, o agnóstico foi ouvir Meyer falar a um outro grupo de passageiros. Mas antes de ir para o encontro, pôs duas laranjas no bolso. A caminho, passou por uma senhora de idade que dormitava num cadeirão de convés. Os braços dela estavam estendidos e as mãos abertas, de modo que, em tom de gozo, ele colocou as duas laranjas nas palmas das mãos dela.
Após a reunião, ele viu a senhora estar a comer, com um ar feliz, uma das peças de fruta.
“Parece estar a saborear essa laranja”, assinalou ele com um sorriso.
“É verdade, cavalheiro”, respondeu ela, “O meu Pai é muito bom para mim.”
“O que é que quer dizer?”, insistiu o agnóstico.
Ela explicou, “Há dias que ando enjoada. Pedi a Deus que, de alguma forma, me enviasse uma laranja. Adormeci enquanto orava. E quando acordei, descobri que Ele me tinha enviado não apenas uma, mas duas laranjas!”
O agnóstico ficou admirado com a confirmação inesperada do discurso de Meyer sobre a oração respondida. Posteriormente, ele colocou a sua confiança em Cristo.
Sim, Deus responde à oração!
F. B. Meyer foi um pastor, pregador, autor de numerosos livros, mestre notável das Escrituras. Um dom dado à igreja de Cristo.
Frederic Brotherton Meyer foi um dos pregadores mais amados do seu tempo, e por mais de 20 anos expositor da Conferência de Keswick. Spurgeon dizia dele: "Meyer prega como um homem que viu Deus face a face".
F. B. Meyer nasceu em Londres em Abril de 1847, no seio de uma família cristã de origem alemã abastada e devota e passou para a presença do Senhor em 28 de Março de 1929.
jueves, 29 de septiembre de 2011
PROMOTORES DE MISSÕES

jueves, 28 de julio de 2011
ORAR E CLAMAR

Por Smith Wigglesworth
“Existem muitas igrejas onde jamais se faz o tipo de oração de At. 4:31. É uma igreja que não sabe orar e clamar, nunca será sacudida. Se você freqüenta um lugar como esse, pode muito bem dizer: “Icabode – a glória do Senhor se retirou de sobre o átrio”. Somente quando os homens aprendem o segredo da oração e da adoração, é que Deus se aproxima. Quando todo o povo comparecer, orar e adorar como fizeram os primeiros discípulos, algo acontecerá. Os que estiverem presentes vão pegar fogo e querer voltar. Contudo, não terão nenhuma utilidade num lugar onde tudo é formal, seco e morto. Está na hora do povo de Deus aprender como clamar com fé enquanto contemplam o poder eterno de nosso Deus, para Quem é perfeitamente possível ressuscitar os mortos. Você deve aprender e se apropriar da vitória e gritar na cara do diabo: “Está feito”!. Não há ninguém que possa duvidar se aprende a clamar. Tudo será diferente e coisas tremendas acontecerão.”
NÃO ENVIE MISSIONÁRIO...

Não envie missionário se fores esquecê-lo;
Não envie missionário se não queres mantê-lo;
Não envie missionário se não queres ajudá-lo;
Não envie missionário se queres só retorno financeiro;
Não envie missionário só com palavras sem ação de fato;
Não envie missionário para cobrar resultados rápidos;
Não envie missionário se julgar que um missionário é um super homem;
Não envie missionário só para fazer nome;
Não envie missionário se vai deixar falta-lhe o pão;
Não envie missionário se vai faltar-lhe comunicação;
Não envie missionário se teu coração não for com ele;
Não envie missionário se não é capaz de amá-lo;
Somente envie missionário se há em tua vida e coração amor e compromisso com missões!
Não envie missionário se não queres mantê-lo;
Não envie missionário se não queres ajudá-lo;
Não envie missionário se queres só retorno financeiro;
Não envie missionário só com palavras sem ação de fato;
Não envie missionário para cobrar resultados rápidos;
Não envie missionário se julgar que um missionário é um super homem;
Não envie missionário só para fazer nome;
Não envie missionário se vai deixar falta-lhe o pão;
Não envie missionário se vai faltar-lhe comunicação;
Não envie missionário se teu coração não for com ele;
Não envie missionário se não é capaz de amá-lo;
AS OFERTAS: UMA PROVA SEGURA DO CARÁCTER DE QUEM DÁ

Por Andrew Murray
No mundo, o dinheiro é um padrão ou um certo critério de valor. É difícil expressar tudo o que o dinheiro significa para nós. É o símbolo do trabalho, da actividade, do talento. É com frequência uma amostra da bênção de Deus para com esforços diligentes. É o equivalente a uma grande parte de tudo quanto se pode ter ao serviço da mente e do corpo, da propriedade, do conforto ou do luxo, da influência e poder. Não é de estranhar que o mundo o ame, procure adquiri-lo e, com frequência, lhe rende adoração. Não é de admirar que seja o padrão de todos os valores, não apenas para coisas materiais, como também do próprio homem e, que, o homem, seja frequentemente medido pelo dinheiro que possui ou não.
Sem dúvida que, embora sob um princípio diferente, o homem é julgado não apenas pelo seu dinheiro no reino deste mundo, como também no reino dos céus o será com toda a certeza. O mundo se questiona: Quanto é que este indivíduo tem? Cristo pergunta: Como será que este homem usa o que tem? O mundo pensa, sobretudo, em ganhar dinheiro; Cristo, na melhor forma de vir a dá-lo. E quando um homem dá, o mundo ainda pergunta: Quanto dá? Cristo pergunta: Como deu? O mundo leva em conta o dinheiro e sua quantidade; Cristo, o homem que dá e seus motivos.
Isto pode ser visto na história da viúva pobre. Muitos que eram ricos davam muito, mas faziam-no «do que lhes sobrava». Não precisavam fazer nenhum sacrifício para poderem dar; a vida deles era tão boa e confortável tanto antes como depois de haverem dado, em nada mudava pela oferta; não lhes tinha custado nada. Não existia nenhum amor ou devoção especial a Deus em suas ofertas; apenas faziam parte de uma religião fácil e tradicional. A viúva doou duas moedinhas. Tirou do seu próprio sustento aquilo que deu. Deu tudo a Deus, sem reservas, sem nada reter. Deu tudo.
Como é diferente nosso critério para julgar as coisas de Cristo! Nós perguntamos quanto um indivíduo dá. Cristo pergunta quanto lhe resta. Nós olhamos a oferta. Cristo pergunta se a oferta foi um sacrifício. A viúva não ficou com nada para si, deu tudo. Esta doação ganhou a aprovação cordial de Jesus, por ter sido doada com espírito de sacrifício, como foi o Seu que, sendo rico, se fez pobre por amor a nós. Os outros deram muito, mas do que lhes sobrava; ela deu do que precisava, tudo quanto possuía e tinha.
Mas se nosso Senhor deseja que façamos o que ela fez, por que não nos deixou ordens específicas e claras sobre este assunto? Quanto nos alegraríamos quando ofertássemos. Ah, este é o centro fulcral da questão! Precisamos de uma ordem para o fazer! Este é precisamente o espírito do mundo na igreja, olhando o que damos, a quantia que damos. E isto é precisamente o que Cristo não quer nem aceita. Ele quer o amor generoso, o que dá sem que seja preciso mandar. Quer que toda a oferta saia ensopada no amor, uma verdadeira oferta voluntária. Se desejas a aprovação do Mestre, como a viúva pobre conseguiu, lembra-te de uma coisa: precisas colocar tudo a Seus pés, colocar tudo à Sua disposição. E isto, como sendo a expressão espontânea de um amor que, como o de Maria, não pode dar pouco, porque ama.
Todas as minhas ofertas voluntárias! Que prova de carácter. Senhor Jesus! Oh, dá-me a graça para Te amar de tal modo que eu possa saber como tenho de dar.
Tomado Del livro O Dinheiro de Andrew Murray
martes, 19 de julio de 2011
DEUS ME INSPIRA CANÇÕES NA NOITE

Por Charles Spurgeon
Deus, que me fez, que inspira canções de louvor durante a noite.
Jó 35.10
Não, não está no poder do homem cantar a Deus, quando todas as coisas estão contra ele, a menos que a música do céu encha a sua alma. Foi uma canção divina que Habacuque cantou, quando disse: "Ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; o produto da oliveira minta, e os campos não produzam mantimento; as ovelhas sejam arrebatadas do aprisco, e nos currais não haja gado, todavia, eu me alegro no SENHOR, exulto no Deus da minha salvação" (Habacuque 3.17-18).









